Busca semântica no Google

19 03 2012

“Será como conversar com uma pessoa”. Isso eu quero ver, acredito que o índice de ruído ainda vai ser muito alto, principalmente para os usuários que o Google não conseguir mapear bem, será que isso é possível? Bom, vamos ver quando a tecnologia for implementada. Torço para que dê certo, esse tipo de busca vai facilitar muito o nosso trabalho.

Google implementará recursos de busca semântica este ano

15/3/2012

São Paulo – O Google anunciou que estreará, nos próximos meses, recursos de web semântica em seus serviços de busca.

A afirmação foi feita pelo engenheiro-chefe da divisão de buscas da pontocom, Amit Singhal. Em entrevista ao Wall Street Journal, Singhal afirmou que o Google perseguirá um modelo de busca que torne as respostas do computador  similares  às que um humano daria caso ouvisse uma pergunta qualquer.

Na definição de Singhal, web semântica é uma tecnologia que interliga significados de diferentes palavras e consegue atribuir um sentido aos conteúdos publicados na internet. Na prática, o recurso funciona de modo similar a máquinas com inteligência artificial, ou seja, que conseguem tomar decisões sozinhas baseadas em padrões previamente estabelecidos.

O recurso permitirá que o computador reconheça as características de cada usuário e, de certa forma, “adivinhe” quais resultados aquela pessoa quer obter ao buscar determinadas palavras na web. O cálculo é feito a partir da análise do comportamento daquele usuário na internet.

Para que a web semântica se concretize, no entanto, será preciso que os dados publicados na internet  sejam acompanhados de descrições baseadas nos padrões W3C, ou seja, que os robôs do Google sejam capazes de compreender. Por meios destes códigos, os computadores vão identificar o que representa um nome, um endereço ou uma cidade para cada tipo de pessoa.

Com essa camada adicional de conteúdo será possível a ação de programas especiais, os agentes, para lidar com informações e executar tarefas.

Um exemplo de máquina que já faz uso do recurso é o supercomputador Watson, da IBM, capaz de responder perguntas feitas por pessoas em voz alta.

O novo sistema também poderá agregar em seus resultados dados de busca social, a partir de recomendações feitas por usuários do Google e de outras redes sociais.  De forma simplificada, Singhal definiu a busca semântica como uma forma “mais simples e amigável” dos usuários fazerem buscas na web. “Será como conversar com uma pessoa”, afirmou Singhal.

Apesar de o início da mudança estar programado para os próximos meses, ela levará anos para ser concluída.  A principal dificuldade será evangelizar os produtores de conteúdo na web e colocar dados semânticos em seus textos, fotos e vídeos publicados na web.

Fonte: Info





Tesauros te ajudando a aprender inglês?

16 03 2012

Tesauros te ajudando a aprender novas línguas. Muito interessante essa matéria que saiu na Folha.com. Vejam como o Visual Thesaurus está auxiliando as pessoas a desenvolverem seus conhecimentos em outras línguas. Achei a ideia sensacional, principalmente para no auxílio de produções textuais em outras línguas.

Melhore seus conhecimentos em outras línguas com ajuda da internet

14/3/2012

Existem várias maneiras de melhorar seus conhecimentos em outra língua. Sugiro a exploração das palavras e sua correlação com antônimos, sinônimos e palavras afins.

Um site muito interessante é o Visual Thesaurus . Seu funcionamento é simples. Você digita uma palavra na língua estrangeira e ele visualmente mostra palavras com algum tipo de associação àquela digitada.

A língua principal do site é o inglês, mas ele também trabalha com italiano, holandês, espanhol francês e alemão.

O serviço também é uma boa opção para aprender a pronúncia da palavra.

Um ícone de alto-falante ao lado da palavra pode ser clicado para ouví-la.   O serviço é pago, mas você pode usar várias vezes para testar. O custo é bem atraente, menos de US$ 2 por mês.

O site tem diversas funcionalidades que certamente interessaram àqueles que gostam ou estão aprendendo outros idiomas.

Fonte: Folha.com





Oscar Niemeyer projetando biblioteca na Argélia

15 03 2012

Mais uma biblioteca para conta do Niemeyer. Já fui na Biblioteca Nacional de Brasília, também projetada por ele, mas fui como usuário e fiquei satisfeito. Não sei como é o ambiente para os bibliotecários profissionais. Quem tiver interesse em contar as experiências deixem nos comentários. Obrigado!

Argélia terá biblioteca projetada por Oscar Niemeyer

13/3/2012

Uma biblioteca árabe-sul-americana projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, 104, será construída em seis meses nas proximidades de Argel, como parte de um acordo de intercâmbio cultural entre as duas regiões.

O projeto, que será ocupará uma área de 40 mil metros quadrados em Zeralda, na periferia sudoeste de Argel, deve ficar pronto em 30 meses, segundo o diretor da agência nacional responsável por grandes projetos culturais, Abdelhalim Serrai.

Com um custo avaliado em US$ 1 milhão, financiados pela Argélia, a biblioteca foi proposta na reunião de cúpula de chefes de Estado sul-americanos e árabes de 2005 em Brasília.

 Na última segunda (12) foi assinado um contrato de estudo do projeto com o escritório de arquitetura de Oscar Niemeyer.

Fonte: Folha.com





Enciclopédia Britânica só na versão digital agora

14 03 2012

A tradicional Enciclopédia Britânica, importante fonte de informação, não será mais publicada na forma impressa. Acho que isso vai ser uma tendência, o principal público alvo das enciclopédias utiliza muito mais dispositivos eletrônicos do que livros e cadernos, portanto espera-se que aplicativos para celulares e tablets sejam desenvolvidos para prover o acesso a mais essa grande mudança de paradigma.

‘Enciclopédia Britannica’ acaba com edição impressa e se torna 100% digital

14/03/2012

Em mais um sinal do crescente domínio do mercado editorial digital, a mais antiga enciclopédia em língua inglesa que ainda é impressa está se movendo plenamente para a era digital.   A “Enciclopédia Britannica”, que é impressa desde que foi publicada pela primeira vez, em Edimburgo (Escócia), em 1768, afirmou nesta terça-feira (13) que vai acabar com a publicação de suas edições impressas e continuar com as versões digitais disponíveis on-line.

O carro-chefe, a edição impressa com 32 volumes, disponível a cada dois anos, era vendido por US$ 1.400. Uma assinatura on-line custa cerca de US$ 70 por ano, e a empresa lançou recentemente aplicativos que variam de US$ 1,99 a US$ 4,99 por mês.   A empresa disse que vai manter a venda de edições impressas até que o estoque atual de cerca de 4.000 conjuntos se esgote.   “A edição impressa tornou-se mais difícil de manter e não era o melhor elemento físico para oferecer a qualidade do nosso banco de dados e a qualidade do nosso editorial,” disse Jorge Cauz, presidente da Encyclopaedia Britannica Inc., à Reuters.

Fonte: Folha.com





Feliz dia do Bibliotecário

12 03 2012

Parabéns Bibliotecários! Votos para que em 2012, nossa profissão ganhe ainda mais reconhecimento. Obrigado a todos! 

Faça da Biblioteca a sua segunda casa!

Fonte: Pinzellades al món





[Concurso] Questões comentadas

16 02 2012

Quem fez a prova do Tribunal Superior Eleitoral – TSE no domingo passado se deparou com a seguinte questão:

[CONSULPLAN - TSE - 2012] 32 Um dos problemas encontrados pelas bibliotecas digitais diz respeito à proteção contra usos não permitidos do recurso digital. A solução para isso vem sendo buscada com medidas técnicas de controle do acesso por meio de programas apropriados. A possibilidade de controle das cópias digitais não autorizadas é gerenciada por sistemas denominados:

(A) DCF.

(B) DRM.

(C) ECMS.

(D) EMII.

Eu sinceramente não sabia responder essa questão, chutei e acabei acertando. Mas fui pesquisar sobre o assunto e achei este artigo que fala sobre o assunto. Segue o resumo: 

O desenvolvimento das tecnologias da informação e da comunicação tem conduzido a melhorias significativas no acesso à informação digital por qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. Mas estas tecnologias não apenas tornam este acesso mais fácil, mas também implicam em uma maior facilidade de infringir os direitos autorais de obras digitais: elas podem ser copiadas repetidamente e transmitidas a qualquer lugar do mundo, praticamente sem qualquer custo ou degradação de sua qualidade. Para resolver este problema, surgiram os sistemas de gestão eletrônica dos direitos de autor (ECMS), que mediante a dispositivos tecnológicos, controlam o uso que se faz destas obras. Este trabalho descreve os aspectos mais significativos dos sistemas e discute suas vantagens e desvantagens para as bibliotecas e os cidadãos em geral.

Prova disponível para download AQUI.





Como serão as bibliotecas daqui a 10 anos?

13 02 2012

A assimilação do conhecimento será muito mais rápido. Daqui a 10 anos a 4ª lei de Ranganathan – poupe o tempo do leitor – será tão eficaz que os usuários não vão mais precisar se deslocar até à biblioteca para estudar, o conhecimento estará, literalmente, a um piscar de olhos. Na minha opinião acho que esse tipo de tecnologia vai demorar um pouco mais de 10 anos para ser implantada massivamente, mas a realidade está ai e como bibliotecários precisamos estar atentos às mudanças de paradigmas no que diz respeito a nossas atribuições.

‘Tudo será a internet’. Físico faz previsões de como vamos viver daqui 10 anos

Pessoas estarão conectadas 24 horas por dia. Michio Kaku, o “físico do impossível”, afirma que os computadores deixarão de existir.

12/2/2012

Caio Carvalho

Esqueça tudo o que você já viu e ouviu sobre futurologia. Robôs, inteligência artificial, realidade aumentada, nanotecnologia e tantas outras coisas, que antes só eram vistas nos filmes de ficção científica, hoje já são realidade. E mais: estamos prestes a entrar em uma era onde tudo estará conectado.

São essas as palavras do físico norte-americano e professor da Universidade de Nova York, Michio Kaku, que, em palestra no último dia da Campus Party (11/02), em São Paulo, anunciou algumas previsões tecnológicas que estarão em nossas vidas daqui dez anos, entre elas a extinção dos computadores, a construção de órgãos humanos em laboratórios e até mesmo a cura para o câncer.

Mas antes, um breve parágrafo: você sabe por que os cientistas elaboram tantas teses? E por que devemos acreditar que essa revolução eletrônica está tão perto de acontecer? Segundo o próprio Kaku, a riqueza das coisas vem da ciência, mas ela não é uniforme, e sim em forma de “ondas”. O exemplo citado é de que as grandes crises econômicas que marcaram as gerações fizeram parte de um processo chamado “bolha”: com o aumento das invenções, as melhorias de vida continuam a crescer até gerar um efeito reverso ao crescimento, ou seja, os recursos não são suficientes para suprir a demanda, criando, assim, um sistema para reduzir custos. Quando esses custos não são contidos, o resultado final vem em forma de crise nas bolsas de valores mundiais, “estourando” a bolha.

A primeira onda veio em 1850 com a máquina a vapor, a primeira locomotiva e as fábricas. A segunda, em 1929, pela eletricidade e o automóvel. A terceira e mais recente, em 2008, pela alta tecnologia dos computadores, GPS, internet e celulares (que afetaram principalmente o setor imobiliário). Agora, Kaku, mais conhecido como o “físico do impossível”, afirma que uma quarta onda, provavelmente ocasionada pela inteligência artificial e a nanotecnologia, está por vir no ano de 2090, e que nós, desta geração, seremos os responsáveis por ela.

Internet: em todos os lugares e em lugar nenhum

Voltando às teses futurísticas, o físico norte-americano ouviu 300 dos principais cientistas do planeta para desenvolver melhor suas pesquisas, e explica que algumas coisas da nossa geração já podem ser previstas. O poder dos computadores, por exemplo, dobra a cada 18 meses; logo, é possível prever como será um PC daqui dez anos. Para Kaku, a força computacional estará em todos os lugares, ao mesmo tempo em que não estará em nenhum lugar (assim como a eletricidade, que está no chão, no teto, nas paredes, mas não a vemos).

“Os computadores que conhecemos hoje deixarão de existir, e a internet estará em tudo – incluindo os seus óculos, que serão capazes de reconhecer os rostos das pessoas e ver suas biografias. Elas vão falar chinês e você vai ler as legendas do idioma bem diante dos seus olhos”, declarou. Bem humorado, Kaku brincou ao dizer que “será perfeito para alunos em época de provas finais, que só vão precisar piscar para aparecer todas as respostas do teste”.

Não só estudantes farão uso do produto, mas também atores, políticos, militares em campo de batalha, turistas, astronautas e até quem procura por um namorado ou namorada. “Ao passar por alguém na rua, os óculos vão identificar quem está disponível para você. Os turistas, ao visitarem o Coliseu de Roma, por exemplo, verão o império romano inteiro em uma ‘ressureição’ de realidade aumentada”. Para os que não usam óculos, a alternativa será lentes de contato com as mesmas funções.

Quanto aos aparelhos eletrônicos, Kaku afirma que as televisões 3D vão dispensar o uso de óculos especiais. Os escritórios do futuro terão computadores descartáveis que custam 1 centavo cada. Carros vão dirigir sozinhos, sem motorista. As lojas, através de seu cartão de crédito, terão informações sobre o seu tamanho e número para que você tenha suas medidas tridimensionais, customize as roupas de acordo com seu gosto ou necessidade e receba os pedidos em casa. Você vai saber quanto cada coisa custa, qual estabelecimento tem o produto mais barato e qual a opinião dos consumidores.

Todos os comandos para controlar esses aparelhos será feito através da mente. Esse mecanismo já existe na forma de um sensor colocado na nuca capaz de captar as ondas de rádio de um chip em seu cérebro para que você controle os objetos do ambiente. Até quem sofre de paralisia cerebral ou esclerose lateral – como é o caso do também cientista Stephen Hawking – terá a capacidade de comandar os computadores apenas com o poder do pensamento.

Biotecnologia: o câncer deixará de existir

A medicina será uma das áreas mais beneficiadas no futuro. Hoje, já existe um chip tão minúsculo que pode ser inserido dentro de uma pílula, mas amanhã a tecnologia medicinal será ainda melhor: nanopartículas terão o poder de destruir células cancerígenas, uma por uma, sem quimioterapia ou outros tratamentos. O vaso sanitário da sua casa, por exemplo, terá um chip que vai identificar proteínas e fragmentos de DNA nos seus fluidos corporais. Dessa forma, um câncer, por exemplo, será detectado 20 anos antes de se formar no organismo. “Lembrem-se do que vou dizer: a palavra tumor vai desaparecer do nosso vocabulário”, disse Kaku.

O DNA, aliás, será uma informação de bem comum e acessível para todos. Atualmente, você tem de desembolsar US$ 50 mil dólares para sequenciar os dados do seu corpo e obter praticamente tudo o que há nele. Daqui dez anos, esse valor vai cair para apenas US$ 100, e qualquer pessoa poderá obter seus genes em um dispositivo móvel, que funcionará como um “manual do proprietário”, incluindo os registros dos seus acestrais de vinte mil anos atrás.

Não é ficção científica: órgãos do corpo humano serão impressos, e alguns até vendidos em lojas de “peças” humanas. Nariz, vasos sanguíneos, traqueia, bexiga, ossos, pele e boa parte dos órgãos do corpo serão construídos com células do corpo do próprio indivíduo afetado. “Dentro de cinco anos teremos um fígado feito a partir da sua própria célula. Então, aos que consomem bebida alcoólica, isso vai cair muito bem”, brincou Kaku.

Até mesmo a morte poderá ser driblada, pois já está em desenvolvimento um recurso chamado “morte reversível”: se alguém sofrer um grave acidente, por exemplo, terá o sangue substituído por uma substância capaz de diminuir a temperatura corporal para -10º C – algo como congelar a pessoa para mantê-la viva, antes de realizar qualquer procedimento. Com isso, logicamente, a expectativa de vida vai aumentar.

Robótica: inteligência artificial

Os robôs do futuro, autoprogramáveis e autoconscientes, serão verdadeiros parceiros para o ser humano. Um exemplo que já existe é o “Asimo”, uma máquina robótica considerada a mais avançada do mundo hoje. O robô consegue caminhar, correr, subir escadas e dançar. Contudo, o próprio inventor do aparelho admite que a inteligência do Asimo é equivalente à de uma barata.

“No futuro, os robôs serão tão espertos quanto um rato, um gato ou um cachorro. Talvez, depois desse estágio, alcançarão a inteligência de um macaco e, algum dia, podem até ser mais inteligentes que o próprio ser humano. Mas isso ainda está muito longe de acontecer”, disse Kaku.

Além disso, a criação de robôs em grande quantidade vai causar demissões em trabalhos repetitivos e dará espaço ao capitalismo intelectual, onde somente empregos semi repetitivos continuarão a existir (pedreiros, serviços de limpeza, jardineiro, músicos, artistas). Ou seja, toda e qualquer função ou atitude que um robô (ainda) não consegue fazer.

“Vocês estão criando o futuro para a quarta onda. Por isso lembrem-se: a economia mundial vai se tornar um capital intelectual, e não de commodities”, concluiu.

Fonte: Olhar Digital








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