Lei de acesso à informação

16 05 2012

Se vai funcionar? Espero que sim, o texto da lei é lindo, mas já vi políticos falando que o governo sabe que os órgãos ainda não têm estrutura (física ou pessoal) para implementar o serviço. Ai eu pergunto: por que publicar uma lei que o próprio governo não consegue cumprir? Ao que parece isso é cultural, o político inaugura obras inacabadas, doa bicicletas para fazer a foto e depois toma de volta, faz o trilho do VLT mas não compra o trem, enfim, coisas que vemos todos os dias nos noticiários, ficamos indignados mas no final, fica tudo na mesma.

Como será o ‘funcionamento’ da nova lei de acesso à informação:

Fonte: Folha.com





Fonte de informação para pesquisadores

4 04 2012

Notícia boa para quem está trabalhando com pesquisa! A SciELO Brasil acaba de virar uma ótima fonte de informação para quem busca livros, além dos periódicos. Alunos de mestrado e doutorado e até mesmo da graduação devem dar uma olhada no site da SciELO Brasil e ver como o acervo está rico. Bom trabalho a todos.

SciELO Brasil lança portal de livros eletrônicos

04/02/2012

Por Agência Fapesp

São Paulo – Foi lançado em 30 de março, durante evento na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo, o portal SciELO Livros.

Integrante do programa Scientific Eletronic Library Online SciELO Brasil – resultado de um projeto financiado pela FAPESP em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme) –, o portal visa à publicação on-line de coleções de livros de caráter científico editados, prioritariamente, por instituições acadêmicas.

A iniciativa pretende aumentar a visibilidade, o acesso, o uso e o impacto de pesquisas, ensaios e estudos realizados, principalmente, na área de humanas, cuja maior parte da produção acadêmica é publicada na forma de livros.

“Uma porcentagem significativa de citações que os periódicos SciELO fazem, principalmente na área de humanas, está em livros. E como um dos objetivos da coleção SciELO é interligar as citações entre periódicos, a ideia é também fazer isso com livros”, disse Abel Packer, membro da coordenação do programa SciELO, à Agência FAPESP.

De acordo com Packer, a ideia do projeto foi sugerida em 2007 pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e foi iniciado em 2009 sob a liderança e financiamento de um grupo formado pelas editoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Fiocruz.

O desenvolvimento da plataforma metodológica e tecnológica contou com a cooperação da Bireme, e a execução do projeto teve apoio institucional e de infraestrutura da Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Inicialmente, o portal reunirá cerca de 200 títulos, distribuídos mais ou menos igualmente entre as editoras das três universidades. A partir do lançamento, a expectativa é que a coleção possa contar com a adesão de outras editoras acadêmicas.

Para integrar o portal, as editoras e as obras são selecionadas de acordo com padrões de controle de qualidade aplicados por um comitê científico e os textos são formatados de acordo com padrões internacionais que permitem o controle de acesso e de citações.

As publicações poderão ser lidas por meio de plataformas de e-books, tablets, smartphones ou na tela de qualquer computador, acessadas diretamente do portal ou de buscadores na internet, como o Google, e também serão publicadas em portais internacionais.

“A ideia é contribuir para desenvolver infraestrutura e capacidade nacional na produção de livros em formato digital e on-line, seguindo sempre o estado da arte internacional”, explicou Packer.

Segundo ele, a plataforma metodológica e tecnológica desenvolvida para publicação de livros eletrônicos para a coleção da SciELO Brasil deverá ser utilizada por outros países que formam a rede SciELO para publicar suas coleções nacionais, com gestão autônoma.

Venda de livros

Além das obras com acesso aberto e gratuito, o portal SciELO Livros também possui uma área na qual será possível ao usuário comprar obras das editoras integrantes do projeto no formato e-book.

“A venda deverá ser uma das fontes de recursos financeiros previstos na operação autosustentável do portal. Isso representa uma novidade para o SciELO, que tem acesso totalmente aberto para os seus periódicos. Entretanto, o número de livros em acesso aberto deverá predominar”, disse Packer.

Segundo ele, a meta inicial é publicar entre 300 a 500 títulos por ano no portal. Entretanto, esse número de publicações dependerá da reação das editoras e do público.

“Se o projeto tiver um sucesso semelhante ao do SciELO Periódicos, o desenvolvimento do portal poderá ser mais rápido, e ele deverá contar com muito mais livros”, estimou.

Criada em 2007, o SciELO Brasil é, segundo o Ranking Web of World Repositories, conhecido como Webometrics, o líder mundial entre os maiores portais de informação científica em acesso aberto e gratuito no mundo.

Em 2011, de acordo com Packer, a coleção SciELO Brasil teve uma média diária de 1,2 milhão de downloads de artigos. Seu modelo de publicações de periódicos é adotado hoje por diversos países e forma uma rede de coleções nacionais.

Os países com coleções certificadas estendem-se pela América Latina, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Venezuela, e Europa (Espanha e Portugal). A coleção da África do Sul está prevista para ser qualificada e certificada em 2012.

A expectativa é que esses países também venham adotar o modelo SciELO de publicação de livros em formato digital.

Fonte: Info





Papel eletrônico: será que vinga?

2 04 2012

Confesso que por essa eu não esperava, com os e-readers em voga achei que a tendência ia mais para o desenvolvimento de novos tablets, e agora a LG vem com essa novidade. Pessoalmente não gostei muito e acho que não é agora que vamos presenciar o fim do papel.

Papel eletrônico chegando

01/04/2012

Produção em massa de displays flexíveis de e-paper viabiliza produto barato.

Sergio Kulpas

Segundo o site Mashable, a empresa coreana LG vai lançar um display de papel eletrônico (EPD, na sigla em inglês) em abril na Europa.

A tela de EPD terá 6 polegadas, espessura de 0,7 milímetro, resistente a riscos e com resolução de 1024×768. Ao contrário das tecnologias que usam telas rígidas de vidro ou polímero, como tablets e e-readers, o papel eletrônico da LG poderá ser dobrado em até 40 graus do centro.

De acordo com o Extreme Tech, o display usa a tecnologia e-ink, a mesma empregada nos e-readers Kindle e Nook.

A combinação da tela flexível com o e-ink permite um produto barato e de consumo muito baixo de energia.

O site ComputerWorld informou em novembro que tanto a LG como a Samsung lançaram protótipos de displays flexíveis em um evento no Japão. O produto da Samsung usa OLED, uma tecnologia onde os pixels geram luz com uma pequena carga elétrica.

A tecnologia de display flexível pode causar uma mudança radical nos livros e publicações eletrônicas, incluindo jornais e revistas. A tela leve e dobrável pode ser um atrativo para os leitores que ainda preferem publicações impressas.

Com um painel de EPD de tamanho padrão (revista ou tabloide), será mais fácil criar versões digitais das publicações tradicionais.

O lançamento do produto na Europa será um bom laboratório para avaliar o sucesso da tecnologia.

Fonte: Webinsider





Mineração de dados na sua biblioteca

20 03 2012

Mineração da dados é um ótimo processo para desenvolver estudos de uso e usuários dentro da biblioteca. Entre outras funções é uma ferramenta indispensável para planejamento estratégico e marketing da informação. Vejam como as empresas utilizam o ‘data mining’ para obter vantagem competitiva no mercado, realidade totalmente aplicável às bibliotecas.

Data mining ganha espaço na estratégia empresarial

Processo conquista organizações que buscam sair à frente da concorrência, aumentar os lucros e atender de forma mais eficiente às necessidades do cliente.

19/3/2012

Déborah Oliveira

Obter vantagem competitiva. Essa premissa tem levado as companhias a investir em um conceito que vem crescendo no mercado: o data mining, ou a mineração de dados. Trata-se de um processo que utiliza métodos estatísticos para descobrir padrões. O modelo analisa e cruza grandes quantidades de dados em busca de amostras consistentes.

De acordo com Carlos Eduardo Calegari, analista sênior de Software da consultoria IDC Brasil, o processo garante a extração de informações escondidas que não eram visualizadas até então. “A companhia não vai se deparar com informações óbvias e triviais”, resume. É um passo a mais na estratégia analítica, observa. Para ele, data mining começa com a gestão correta do dado pinçado de uma grande base e termina com Business Intelligence (BI), que dá ainda mais poder a essa cadeia.

Calegari aponta que o processo não é novo, mas tem-se deparado com um desafio recente: a grande quantidade de dados, estruturados e não estruturados, que as organizações têm de lidar todos os dias. “Antes, a preocupação era guardar, hoje, além de armazenar, é preciso integrar as fontes e extrair informações no menor prazo possível”, avalia.

O mercado de data mining, diz, salta na casa de dois dígitos justamente porque as companhias estão preocupadas com a competitividade. “Avaliar informações rapidamente é fator de diferenciação”, destaca. A IDC projeta que o setor advanced analytics, do qual data mining faz parte, terá crescimento composto de 20% até 2015.

Data mining é um aditivo para as organizações. Assim define Alessandra Montini, coordenadora de projetos de pós-graduação da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Com ele, é possível efetuar o cruzamento de dados e direcionar, por exemplo, uma comunicação adequada para cada tipo de público, saber e entender as necessidades dos consumidores, definir qual produto [ou serviço] tem mais retorno dos clientes e ainda estabelecer o modelo de precificação e planejar a capacidade de produção”, exemplifica.

Além de entender melhor o perfil de consumo do público-alvo, Alessandra destaca que a aplicação da solução nos negócios possibilita benefícios como aumento do lucro e redução de custos.

Esses atrativos têm seduzido as organizações. Segundo o instituto de pesquisas Gartner, o tema, ao lado de BI e software analítico, é o quinto na lista de prioridades dos CIOs da América Latina neste ano. “Ainda assim, acredito que poucas corporações hoje não estão colocando o modelo em prática de forma eficiente e estruturada”, avalia Fausto Novaes, consultor para a indústria na área de finanças da Teradata.

Na visão dele, setores como finanças, varejo, telecom, transporte e internet saíram à frente no uso de data mining. “São segmentos que lidam com grandes bases de dados, estruturados e não estruturados, e que a competitividade é alta. Eles encontraram na TI uma forma de investigar comportamentos e mais do que isso: surpreender o cliente”, observa.

Data mining, e agora?

Mas por onde as companhias devem começar para obter resultados com a mineração de dados? De acordo com Alessandra, o coração do processo está na organização de dados. “Esse primeiro passo já uma tarefa desafiadora, porque as corporações contam com diversas fontes de informações e elas precisam de uma base única, limpa e de qualidade para realizar a análise”, explica.

Novaes concorda. “A lição número um é acabar com os silos e criar uma governança de dados”, aconselha. Além disso, pontua, é preciso garantir a qualidade das informações. “Lixo entra, lixo sai. Isso também acontece com data mining.”

Depois de definida a base consistente de dados, o próximo passo, diz Alessandra, é fazer uma amostragem adequada e, depois, usar alguma técnica [seja ela estatística, rede neural etc] para gerar o modelo. A última etapa do ciclo é montar um relatório para tomada de decisões.

Essas etapas, diz, são parte de um curso de pós-graduação que a FIA criou em 2010 para ajudar companhias a lidar com data mining. Desde então, a instituição de ensino formou cerca de 25 profissionais de diferentes setores que buscam entender melhor esse universo. A próxima turma do curso “Análise de dados e Data Mining” se reunirá a partir deste mês para entender e selecionar dados, aprender técnicas aplicadas à mineração e conhecer modelos de data mining.

A FIA estabeleceu parceria com o SAS para fornecer o software para possibilitar aos alunos contato com data mining durante o curso. A tecnologia conta com recursos como text parsing, filtragem de termos, agrupamento de documentos e gerenciamento e modelagem de tópicos.

“Data mining para o SAS é a capacidade de utilizar métodos estatísticos avançados para seleção, exploração e modelagem descritiva ou preditiva de grandes quantidades de dados, possibilitando vantagens competitivas aos negócios”, define Márcio Gadaleta, gerente de pré-vendas para serviços Financeiros do SAS.

Segundo ele, decisões baseadas em análises matemáticas dos dados são mais propensas a gerarem resultados positivos do que as baseadas em intuição ou em repetição de decisões passadas.

Gadaleta aponta que o SAS conta com duas abordagens para ajudar empresas a lidar com o data mining: ferramentas e soluções de negócios. Ele explica. “O principal componente dessa oferta é o SAS Enterprise Miner, que facilita o processo de mineração que possui uma técnica e algoritmos para lidar com qualquer volume de dados”, detalha.

Sobre as soluções, ele aponta que a fornecedora agrega ao ferramental analítico o conhecimento de negócios em verticais para acelerar os resultados e ampliar o retorno sobre o investimento (ROI, do inglês). Esses diferenciais e ainda a incerteza econômica [que tem impulsionado a necessidade por aumento de receita com eficiência operacional], avalia Gadaleta, fizeram com que no ano passado o SAS registrasse incremento de 30% no faturamento em razão da busca de data mining.

“Na área operacional, temos como clientes empresas de telecomunicações, bancos e companhias de distribuição de energia, que utilizam mineração de dados para identificar consumidores propensos à inadimplência e para auxiliar na definição de estratégias de cobrança”, exemplifica. Outra aplicação é na identificação assertiva de oportunidades de negócios e ameaças, reduzindo o custo e aumentando as receitas, pontua.

Contribuiu para formar esse cenário de grande procura, prossegue o executivo, o fato de que o SAS estabelece parcerias com os principais fornecedores de banco de dados, como GreenPlum e Teradata, para criar appliance capazes de suportar o desenvolvimento de modelos de mineração de dados diretamente sobre as bases de dados. “Nossa estratégia se baseia no conceito de Big Data e na capacidade de usar a totalidade dos dados, sem necessidade de realizar amostragens. Por isso as alianças são fundamentais”, observa Gadaleta.

A Oracle aponta que nos últimos meses aumentou a busca pela solução Oracle Data Mining [software incorporado ao banco de dados Oracle, que permite às empresas descobrir novas relações ocultas em seus dados]. “Isso aconteceu pela mudança de mercado de exigir respostas mais rápidas às duas dúvidas e também pela maior maturidade das empresas em questões de análises dos dados”, afirma Priscila Siqueira, gerente de pré-vendas da Oracle para a América Latina.

Além de achar padrões, Priscila afirma que com data mining é possível identificar e evitar fraudes, mapear os atributos mais influentes que afetam os principais indicadores de desempenho (KPIs) e descobrir novas e valiosas informações dos dados. Um banco, por exemplo, pode conhecer o padrão de um cliente de cartão de crédito e avaliar desvios, que podem indicar fraudes ou outros tipos de incidentes de segurança.

Na Teradata, aponta Novaes, diversas tecnologias são usadas para compor o desenho do data mining, que pode variar de vertical para vertical. Faz parte dessa cadeia ainda, afirma, um profissional que vai manusear a base de dados, que ele chama de cientista de dados. “Esse novo especialista não só conhece a parte técnica do modelo, como investiga variáveis. Ele não tem a função de somente clicar em telas, ele cruza tabelas e investiga a fundo as informações”, analisa.

Flavio Bolieiro, vice-presidente da MicroStrategy para América Latina, dá um exemplo tradicional de como data mining pode incrementar os negócios. “Já ouviu falar sobre uma rede de supermercados que descobriu que ao posicionar fraldas ao lado da cerveja, aumentaria a venda da bebida? Essa é uma descoberta de um padrão incomum.”

O executivo aponta que a MicroStrategy tem em sua plataforma recurso de data mining e que o conceito está inserido ainda nas soluções para mapeamento de redes sociais e mobilidade. “A combinação dessas tecnologias emergentes é algo valioso para as empresas, ajudando-as a eliminar desafios que antes não estão no centro das atenções”, afirma.

Como conselho, Bolieiro diz que é preciso, antes de mais nada, avaliar as necessidades do negócio antes de ingressar de cabeça nesse mundo. “Qual é meu real problema? Eu quero aumentar minhas vendas? Diminuiu o risco de inadimplência? Onde quero chegar? São perguntas que as companhias devem fazer antes de escolher a tecnologia”, aconselha.

Fonte: Computerworld





Busca semântica no Google

19 03 2012

“Será como conversar com uma pessoa”. Isso eu quero ver, acredito que o índice de ruído ainda vai ser muito alto, principalmente para os usuários que o Google não conseguir mapear bem, será que isso é possível? Bom, vamos ver quando a tecnologia for implementada. Torço para que dê certo, esse tipo de busca vai facilitar muito o nosso trabalho.

Google implementará recursos de busca semântica este ano

15/3/2012

São Paulo – O Google anunciou que estreará, nos próximos meses, recursos de web semântica em seus serviços de busca.

A afirmação foi feita pelo engenheiro-chefe da divisão de buscas da pontocom, Amit Singhal. Em entrevista ao Wall Street Journal, Singhal afirmou que o Google perseguirá um modelo de busca que torne as respostas do computador  similares  às que um humano daria caso ouvisse uma pergunta qualquer.

Na definição de Singhal, web semântica é uma tecnologia que interliga significados de diferentes palavras e consegue atribuir um sentido aos conteúdos publicados na internet. Na prática, o recurso funciona de modo similar a máquinas com inteligência artificial, ou seja, que conseguem tomar decisões sozinhas baseadas em padrões previamente estabelecidos.

O recurso permitirá que o computador reconheça as características de cada usuário e, de certa forma, “adivinhe” quais resultados aquela pessoa quer obter ao buscar determinadas palavras na web. O cálculo é feito a partir da análise do comportamento daquele usuário na internet.

Para que a web semântica se concretize, no entanto, será preciso que os dados publicados na internet  sejam acompanhados de descrições baseadas nos padrões W3C, ou seja, que os robôs do Google sejam capazes de compreender. Por meios destes códigos, os computadores vão identificar o que representa um nome, um endereço ou uma cidade para cada tipo de pessoa.

Com essa camada adicional de conteúdo será possível a ação de programas especiais, os agentes, para lidar com informações e executar tarefas.

Um exemplo de máquina que já faz uso do recurso é o supercomputador Watson, da IBM, capaz de responder perguntas feitas por pessoas em voz alta.

O novo sistema também poderá agregar em seus resultados dados de busca social, a partir de recomendações feitas por usuários do Google e de outras redes sociais.  De forma simplificada, Singhal definiu a busca semântica como uma forma “mais simples e amigável” dos usuários fazerem buscas na web. “Será como conversar com uma pessoa”, afirmou Singhal.

Apesar de o início da mudança estar programado para os próximos meses, ela levará anos para ser concluída.  A principal dificuldade será evangelizar os produtores de conteúdo na web e colocar dados semânticos em seus textos, fotos e vídeos publicados na web.

Fonte: Info





Tesauros te ajudando a aprender inglês?

16 03 2012

Tesauros te ajudando a aprender novas línguas. Muito interessante essa matéria que saiu na Folha.com. Vejam como o Visual Thesaurus está auxiliando as pessoas a desenvolverem seus conhecimentos em outras línguas. Achei a ideia sensacional, principalmente para no auxílio de produções textuais em outras línguas.

Melhore seus conhecimentos em outras línguas com ajuda da internet

14/3/2012

Existem várias maneiras de melhorar seus conhecimentos em outra língua. Sugiro a exploração das palavras e sua correlação com antônimos, sinônimos e palavras afins.

Um site muito interessante é o Visual Thesaurus . Seu funcionamento é simples. Você digita uma palavra na língua estrangeira e ele visualmente mostra palavras com algum tipo de associação àquela digitada.

A língua principal do site é o inglês, mas ele também trabalha com italiano, holandês, espanhol francês e alemão.

O serviço também é uma boa opção para aprender a pronúncia da palavra.

Um ícone de alto-falante ao lado da palavra pode ser clicado para ouví-la.   O serviço é pago, mas você pode usar várias vezes para testar. O custo é bem atraente, menos de US$ 2 por mês.

O site tem diversas funcionalidades que certamente interessaram àqueles que gostam ou estão aprendendo outros idiomas.

Fonte: Folha.com





Oscar Niemeyer projetando biblioteca na Argélia

15 03 2012

Mais uma biblioteca para conta do Niemeyer. Já fui na Biblioteca Nacional de Brasília, também projetada por ele, mas fui como usuário e fiquei satisfeito. Não sei como é o ambiente para os bibliotecários profissionais. Quem tiver interesse em contar as experiências deixem nos comentários. Obrigado!

Argélia terá biblioteca projetada por Oscar Niemeyer

13/3/2012

Uma biblioteca árabe-sul-americana projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, 104, será construída em seis meses nas proximidades de Argel, como parte de um acordo de intercâmbio cultural entre as duas regiões.

O projeto, que será ocupará uma área de 40 mil metros quadrados em Zeralda, na periferia sudoeste de Argel, deve ficar pronto em 30 meses, segundo o diretor da agência nacional responsável por grandes projetos culturais, Abdelhalim Serrai.

Com um custo avaliado em US$ 1 milhão, financiados pela Argélia, a biblioteca foi proposta na reunião de cúpula de chefes de Estado sul-americanos e árabes de 2005 em Brasília.

 Na última segunda (12) foi assinado um contrato de estudo do projeto com o escritório de arquitetura de Oscar Niemeyer.

Fonte: Folha.com








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