Busca visual

15 08 2009

Depois que a Microsoft lançou o Bing, que não tem nada de mais apareceu o tal do Spezify. Que pode não ter a popularidade dos chefões da recuperação da informação, Google e  Bing, mas que inovou na disposição dos resultados da busca. Vale a pena dar uma conferida.

A Folha Online publicou sobre, vejam:

12/08/2009 – 09h59
Novo site de buscas traz resultados de bancos de dados múltiplos
Publicidade

DANIELA ARRAIS
da Folha de S.Paulo

Se, na hora de fazer buscas, você procura mais do que um amontoado de links, vai gostar de experimentar o Spezify, um mecanismo de busca visual que reúne resultados em diversos formatos –de mensagens do Twitter a fotos do Flickr, passando por citações da Wikipédia e vídeos do YouTube.

A ideia do Spezify (www.spezify.com) é mostrar resultados inspiradores –sim, um conceito bem amplo e, portanto, não muito preciso, mas divertido de certa forma.

Os resultados são exibidos em uma espécie de mosaico com textos, fotos e vídeos. O mecanismo procura resultados em bancos de dados diversos, do Flickr ao eBay, passando por Wikipédia, Twitter, Amazon, YouTube e Yahoo!.

Em uma busca por Roberto Carlos, o Spezify oferece como resultado tanto imagens e artigos sobre o jogador de futebol quanto sobre o cantor. A quantidade de dados não é muito grande, o que é logo modificado quando a busca se dá por um nome mais internacional, como o da cantora Beyoncé. Aí aparecem o site oficial da cantora, vídeos no YouTube, mensagens de fãs no Twitter, capas de discos, entre outros.

O mecanismo permite que você filtre os resultados, escolhendo a base de dados que será ativada ou desativada (como Twitter e MSN) ou o tipo de conteúdo (imagem, texto e vídeo) que será mostrado. Você pode optar, ainda, por marcar com on ou off a busca segura.

Uma das características do mecanismo é ao mesmo tempo interessante e irritante. Não existem índices ou setas que indiquem onde procurar mais sobre o mesmo assunto. As imagens vão aparecendo à medida que você movimenta o cursor pela tela –e, aparentemente, não há hierarquia em relação aos resultados.

Para passar o tempo e buscar inspiração, o Spezify é uma boa porta de entrada. Como se propõe a agregar resultados que usuários postam em redes sociais, faz falta ter na própria página botões que permitam encaminhar os textos, as imagens e os vídeos para o Facebook ou o Orkut, por exemplo.

“A busca na rede é mais ou menos a mesma desde 1994. Estávamos sentindo falta de um lugar que gerasse uma visão instantânea e atraente sobre um determinado assunto. (…) O Spezify dá a você novas associações e permite que se descubram coisas que você nem sabia que estavam lá”, disse Per Persson, cofundador da empresa de Estocolmo, em informativo para a imprensa.

Fonte: Folha Online





A biblioteca do rock

27 07 2009

Mick Jones, ex-Clash, abre biblioteca dedicada ao rock Publicidade

22/07/2009

O ex-guitarrista do Clash, Mick Jones, abriu nesta quarta-feira (22) uma biblioteca dedicada ao rock, que tem o objetivo de inspirar e educar os apaixonados por música.

Mick Jones, ex-guitarrista do Clash, inaugurou biblioteca musical

O local fica na região da Portobello Road, em Londres, onde Jones e Joe Strummer fundaram a banda em 1976.

A biblioteca conta com mais de 10 mil artigos que faziam parte do arquivo do guitarrista.

“Estas são relíquias do século passado. Uma parte da história musical britânica”, disse Jones ao jornal “Evening Standard”.

“É uma coleção muito pessoal, que mostra minhas paixões. Mas não quero que a biblioteca seja só para os fãs do Clash. Espero que possa ser útil, estimule a imaginação das pessoas e passe uma ideia de criatividade contínua”, completou.

No lugar, oito funcionários guiarão os visitantes, que poderão apreciar discos, histórias em quadrinhos, livros, filmes, cartazes, entre outros objetos.

Trata-se de uma biblioteca nada convencional, pois tem canções de nomes como Rolling Stones e Bob Dylan como fundo musical.

Entre as lembranças do Clash estão objetos como caixas de pizzas, botas, chapéus e camisas.

Mick Jones vem planejando gravar com bandas novas em seu estúdio –que fica perto da biblioteca. Além disso, recebe o apoio do governo local e mantém uma parceria com a Fundação Strummerville, criada por amigos e parentes de Joe Strummer, morto em 2002.

“Estou fazendo isto com a Prefeitura, mas não acho que agora eu faça parte do ‘establishment’ musical. Talvez faça parte da indústria [musical], mas não do ‘establishment’”, garantiu o ex-integrante de uma das bandas mais reverenciadas da história do rock.

Efe, em Londres

Fonte: Folha Online





Codex Sinaiticus digital

7 07 2009

As Bibliotecas da Inglaterra possuem uma forma muito interessante de divulgar seus trabalhos. Não é a primeira vez que vemos nesse ano uma biblioteca inglesa fazer exposições para chamar a atenção do público. A Biblioteca Britânica está publicando a Bíblia mais antiga em meio digital, fez um site exclusivo para publicação com imagens e tudo sobre como o serviço foi feito.

Algumas bibliotecas no Brasil também procuram utilizar essa estratégia para atrair o público. Mas é importante lembrar da nossa realidade e muitas vezes uma bela exposição poderia ser substituída por um necessário projeto de inclusão digital.

Bíblia mais antiga é publicada online

06/07/2009

LONDRES – As partes sobreviventes da mais antiga Bíblia do mundo serão reunidas online nesta segunda-feira (06/07).

O Codex Sinaiticus foi manuscrito por quatro escribas gregos em couro animal, um material conhecido como velino, na metade do século 4, mais ou menos no período em que o imperador romano Constantino, o Grande, adotou o cristianismo como religião oficial do Estado.

Codex Sinaiticus: manuscrito é um dos mais antigos tesouros escritos do mundo.

Codex Sinaiticus: manuscrito é um dos mais antigos tesouros escritos do mundo.

Nem todo o documento sobreviveu aos estragos do tempo, mas as páginas que ainda existem incluem todo o Novo Testamento e a cópia sobrevivente mais antiga dos Evangelhos escritos em diferentes momentos depois da morte de Cristo pelos quatro evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João.

As 800 páginas e fragmentos que restam da Bíblia – que originalmente tinha 1.400 páginas – contêm igualmente uma cópia do Velho Testamento. A outra metade se perdeu.

“O Codex Sinaiticus é um dos mais antigos tesouros escritos do mundo”, disse Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais na British Library.

“Esse manuscrito de 1.600 anos de idade oferece um vislumbre sobre o desenvolvimento do cristianismo em seus primeiros anos e provas em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração em geração”, disse.

Fonte: INFO Online





Biblioteca criada por uma ex-doméstica e um vigilante muda a vida de jovens e adultos em São Sebastião

10 06 2009

Linda iniciativa que deveria ser repitada em todo Brasil. Parabéns!

Marcelo Abreu

06/06/2009

Era apenas um sonho. E o sonho, feito de letras e magia, um dia virou realidade. Uma ex-doméstica, que sonhava ser enfermeira, e um vigilante, que queria ser biólogo, transformaram a vida daquele lugar. Hoje, naquele espaço ainda acanhado, cabem mais de 10 mil livros. Monteiro Lobato pediu para entrar. Machado de Assis insistiu que também queria se aconchegar. Chegou o computador (sem conexão à internet), a impressora, a televisão e o DVD. Inventaram oficinas culturais e esportivas — tem capoeira, dança e futebol. Tem pintura que vira arte na mão de criança. A cidadania, que ora teimava em dar as caras por aquelas bandas, foi convidada a entrar. A ex-doméstica que parou de estudar aos 14 anos e deixou o interior de Minas Gerais para cuidar das cozinhas alheias no DF finalmente entendeu que a mudança estava ao seu alcance.

Dilma de Fátima Mendes, 44 anos, ensino fundamental incompleto, e Sebastião José Borges, 39, ensino médio também incompleto, viraram heróis num lugar onde heróis só existem na ficção, em desenhos animados. E nem por isso receberam, com pompa e circunstância, título de cidadão honorário de Brasília. Ou qualquer outra condecoração. Não saíram em colunas sociais. Não viraram celebridades instantâneas — um monte de mequetrefe que nada diz e nada acrescenta, mas estampa diariamente capas de revistas e sites igualmente idiotas.


O vigilante e a ex-doméstica passam longe disso. A lógica ali é outra. A matemática se fez assim: uma gente anônima, de todos os cantos do DF, ajudou outra gente anônima e simples, lá de São Sebastião, a 25km da Rodoviária do Plano Piloto. A soma disso tudo resultou em revolução. Não há uma só pessoa daquele lugar que não tenha ouvido falar na Biblioteca Comunitária do Bosque. É a referência da região. O endereço que enche de orgulho o peito dos moradores do bairro. E faz a menina Paula Passos Bueril, de 12 anos, se comover: “Eu venho aqui desde que começou. Depois que eu comecei a ler, tudo na minha vida mudou. Não falo mais errado e a professora disse que minhas redações são muito boas. Sinto que sou outra pessoa”.

Casados, Dilma e Sebastião alugaram um espaço ao lado da residência onde moram e montaram a biblioteca
Hoje, a filha mais velha de um cobrador de ônibus e de uma manicure ajuda outras crianças nas leituras e pesquisas feitas na biblioteca comunitária. Lê historinhas para quem ainda não sabe e diz, com convicção de gente adulta: “É difícil encontrar hoje um estudante que pesquise. Ele vai à internet, pega pronto e leva pra escola. Não desenvolveu nada, nem aprendeu nada”. Dilma e Sebastião se emocionam ao ouvir o entusiasmo de Paula.


E tudo começou assim. Há três anos, a ex-doméstica e o vigilante, casados, dois filhos, perceberam que no lugar onde moravam faltava quase tudo. As crianças da região não tinham onde fazer suas pesquisas escolares. Decidiram, então, que iriam atrás de uma alguma coisa para mudar a realidade do Bosque, bairro de São Sebastião. Pediram. Arrecadaram livros. Com ajuda alheia, alugaram uma sala modesta. Decoraram o lugar com oito cadeiras, um sofá de dois lugares e uma estante. Tudo doado.

Aberta a todos
Espalharam as boas-novas pela cidade. Foram às escolas. Convidaram os alunos. Contaram na rádio e no carro de som que cortava a cidade que ali existia uma biblioteca. A meninada, eufórica, chegou. O adolescente também. Os adultos se encantaram com livros que nunca tinham visto. E a vida mudou. Numa sexta-feira de abril de 2007, o Correio contou, com exclusividade, a transformação daquela comunidade.

Naquele mesmo dia, o telefone da casa de Dilma não mais parou de tocar. “Brasília inteira nos ajudou. Não sei como agradecer a todos”, ela repara, até hoje emocionada. E se lembra especialmente de uma doação: “Era um senhor da Asa Norte que estava indo pro Rio de Janeiro. Ele nos deu mil livros, entre obras de literatura e coleções completas. A cada livro que pegava ele chorava. E nos contava como eles (os livros) tinham sido importantes na vida dele”.

Em uma semana, o pequeno espaço ficou abarrotado de livros. “Ganhamos tantos livros que doamos para quem nada tinha. Mandamos pro interior de Minas Gerais e pra Brasilinha”, diz o vigilante que rodou, em seu fusquinha verde ano 1994, todo o DF recolhendo doações de uma gente tão anônima quanto eles.

A Biblioteca Comunitária do Bosque, a única do lugar onde vivem cerca de dez mil pessoas, escancara a porta às 8h. Perto do meio-dia, fecha para o almoço. Reabre às 15h e encerra as atividades às 19h. Todos são convidados a entrar. Dilma se divide entre os cuidados da sua casa e a administração do espaço. Sebastião, que trabalha a noite toda como vigilante, às vezes nem dorme quando chega. Tem sempre uma coisa ou outra pra fazer na biblioteca ou fora dela. “Quando eu tô andando pelas ruas, os jovens me reconhecem. Me chamam pelo meu nome, dizem que vêm aqui, contam como o espaço mudou a vida deles. Isso é muito gratificante. Não tem preço”, ele constata.

Sonhos reacesos
Além das crianças e dos adolescentes, os adultos também viraram assíduos frequentadores do lugar. Estes, depois que preenchem um cadastro, podem levar os livros para casa como empréstimo. Ninguém paga nada por isso. O cobrador de ônibus Paulo Bueril, 41 — incentivado pela filha Paula, aquela menina que lê historinhas para as outras crianças — criou o hábito da leitura. “Toda semana pego um livro. A gente sempre aprende mais alguma coisa”, ele fala. O prefeito comunitário do bairro, Geraldo Agostinho, 48, ri sozinho: “Nunca se fez uma obra como essa aqui. Todo mundo ganhou”.

Alana, de 6 anos, conta toda orgulhosa: “Aprendi a ler melhor aqui, lendo de verdade”. Jhuly, 9, comemora: “Faço todos meus deveres da escola”. Herbert, 11, encantou-se com a leitura. “A gente viaja sem sair do lugar. É muito legal”, danado, esse menino. Lilian, 10, fala como gente grande: “Nem sei dizer o tanto que eu já aprendi nessa biblioteca. Todo dia descubro uma coisa nova”. E constata, conhecedora das dificuldades do lugar onde mora: “Tudo seria mais difícil se não tivesse esse local pra gente pesquisar e saber das coisas”.

Diante de tanta transformação, Dilma pensa em voltar a estudar. O sonho de ser enfermeira de vez em quando a cutuca novamente. Sebastião se pega lendo Monteiro Lobato. Quando menino, as dificuldades no interior de Goiás eram tantas que a leitura era luxo inacessível. “Eu viro criança, viajo”, admite o vigilante, com os olhos de curiosidade infantil.

E assim, naquele lugar modesto, num lugar ainda mais modesto, uma biblioteca — a única da redondeza — transformou a vida das pessoas. Trouxe um mundo colorido. Permitiu viagens inimagináveis ao redor do mundo para uma gente que mal consegue chegar ao Plano Piloto. Trouxe magia, em forma de letras, que viram palavra e poesia. Tatuou encantamento na memória de quem lê e se extasia. O mais comovente é entender que toda essa história só começou a existir depois que uma ex-doméstica e um vigilante acreditaram que seria possível mudar alguma coisa. Reinventar vidas alheias e as suas próprias. E eles nem viraram celebridades…

POR UMA BOA CAUSA
Quem puder ajudar a Biblioteca Comunitária de São Sebastião com material didático pode entrar em contato com Dilma ou Sebastião. Telefone — 3339-4037

Fonte: Correio Braziliense





Autor investiga Hitler a partir de sua biblioteca

4 06 2009

Muito interessante esse texto que saiu na Ilustrada da Folha de S. Paulo.  Como é possível notar traços da personaldiade de uma pessoa observando o que ela lê. Nesse caso, uma das mentes mais geniais e ao mesmo tempo mais cruéis da humanidade, a mente de Adolf Hitler.

Se eu pudesse voltar na época da UnB faria alguma disciplina da psicologia. Inclusive acho que os dapartamentos de Ciência da Informação das universidades federais deviam adotar como uma das disciplinas obrigatórias no currículo de Biblitoeconomia algo como Introdução a Psicologia ou Psicologia da Personalidade. Acho que o conhecimento adquirido nessas disciplinas auxiliaria os bibliotercários, principalmente aqueles que trabalham na referência a construir perfis de usuários e com isso realizar um serviço de disseminação seletiva da informação mais eficiante.

RAQUEL COZER
da Folha de S.Paulo

Um raro exemplar de um volume de 1915, “O Reino de Deus e o Mundo Contemporâneo”, de Peter Maag, foi localizado há alguns anos numa promoção de um sebo de Nova York, a US$ 0,50. Na contracapa, a assinatura do antigo dono: “A. Hitler”.

O livro era um entre os 16 mil que o ditador nazista reuniu ao longo da vida e que, retirados de suas casas em Munique, Berlim e Obersalzberg após seu suicídio, em 1945, espalharam-se por bibliotecas e universidades dos EUA e da Europa -ou apenas se perderam.

É por meio desse material que o historiador Timothy W. Ryback busca decifrar, em “A Biblioteca Esquecida de Hitler – Os Livros que Moldaram a Vida do Führer”, a personalidade do homem responsável pela morte de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra.

“Foi um homem que leu um livro por noite durante quase toda sua vida adulta. Os títulos são uma janela única para seu mundo interior”, diz o autor à Folha, por telefone, da França. Mas uma janela que, olhada com cautela, permite afugentar a ideia de intelectual que se teria de um leitor compulsivo. Nas estantes de Hitler conviviam, sem critério, obras de filósofos como Nietzsche e Schopenhauer e tratados antissemitas; livros de arte e volumes de literatura barata; histórias de guerra e teorias do ocultismo.

“Ele era um leitor acrítico, capaz de ler um estudo filosófico num dia e, no outro, um panfleto racista, sem fazer nenhuma distinção”, diz Ryback. A própria biografia do führer, “Mein Kampf” (minha luta, lançado em dois volumes, em 1925 e 1926), já dava pista da leitura superficial a que ele se dedicava –mesmo em clássicos como “Dom Quixote”.

O autor distingue, nos parágrafos do nazista sobre “como ler livros”, uma “chave absoluta” para entender como fazia isso. Em vez de devorar livros como fonte de conhecimento, Hitler os usava para embasar teses preconcebidas, “como peças a preencher um mosaico”.

Ou seja, ao pegar um livro como “O Judeu Internacional: o Principal Problema do Mundo”, de Henry Ford, Hitler só confirmava aquilo em que acreditava –mas ganhava ideias para seus discursos virulentos.

Outros títulos tiveram efeito mais nocivo, na opinião de Ryback. É o caso de “O Declínio das Grandes Raças”, de 1916, em que o americano Madison Grant teorizava sobre como a chegada de judeus levaria à decadência dos EUA.

“Sabemos que Hitler ganhou esse volume cedo, por volta de 1924, e que se referia a ele como a sua Bíblia. O livro funciona quase como um projeto de tudo o que aconteceria anos depois.”

Erros de ortografia

O nazista obviamente não leu todos os seus livros, muitos deles presentes de aduladores –Ryback calcula que ele não tenha chegado a folhear nem 10% deles. Também não lia por prazer, mas sim para compensar o fato de ter parado de estudar aos 15 anos. Várias vezes, referiu-se ao período em que ficou preso, nos anos 20, após uma tentativa fracassada de golpe, como “formação às custas do Estado”.

Disso decorria que em seus próprios escritos deixava passar erros grosseiros de ortografia –lapsos equivalentes a “presado sr.” ou “prizão”–, como Ryback pôde observar nos originais de “Mein Kampf”.

A maior parte conhecida de sua coleção, cerca de 1.200 livros, está hoje na biblioteca do Congresso, em Washington, nos EUA –com as devidas marcações feitas a lápis pelo nazista. Por exemplo, o livro de Madison Grant, o que surpreende o autor. “Eu o descreveria como um dos livros mais perigosos do mundo, e qualquer um pode ir à biblioteca e pegá-lo para ler.”

Fonte: Folha Online





Preparatório para concursos: inscrições abertas

18 05 2009

O SINDIB-RJ – Sindicato dos Bibliotecários no Estado do Rio de Janeiro comunica que estão abertas as inscrições para o curso :

PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

Professor:  José Antônio Pereira
Data: 25, 26 e 29/5/2009
Horário:  18h às 22h

Carga horária total: 12h
Local: Sindicato dos Administradores do Rio de Janeiro
Av. 13 de Maio, n. 13/8º andar – Centro

Investimento:
Bibliotecários sindicalizados: R$ 65,00

Bibliotecários não sindicalizados: R$ 80,00

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES

pelos tels : 2252-7841/ 7112-6922/ 9665-3423  ou

e-mail: sregina08@yahoo.com.br ou  elizane2009@gmail.com
Pagamento : depósito bancário

Conta SINDIB-RJ
Banco Itaú – Agência: 0313 – C.C.: 40659-7
Os comprovantes do depósito deverão ser encaminhados para sregina08@yahoo.com.br com cópia para sindibrj@sindibrj.com.br sob o título PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS 2009.

Sindicato dos Bibliotecários do Estado do Rio de Janeiro SINDIB-RJ
Rua da Relação, 49, sala 207 – Centro – RJ -  Tel. 2252-7814
www.sindibrj.com

Colaboração:

Sonia Regina dos Santos Tuan
Diretoria Sócio-Cultural - SINDIB-RJ Sindicato dos Bibliotecário no Estado do Rio de Janeiro




Biblioteca Britânica expõe letra desconhecida de George Harrison

13 05 2009

Olha uma Biblioteca lá em Londres fazendo marketing! Imagina o tanto de visitantes essa Biblioteca não recebeu por causa dessa exposição! A gente não vê isso aqui pelo Brasil, nossa mentalidade de Biblioteca ainda é muito teórica, tem medo de ousar e quebrar alguns paradigmas persistentes na profissão. Salvo raros eventos na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro. Em Brasília, temos a Biblioteca Demonstrativa, que ao meu ver ainda tenta incentivar visitas através de uma programação cultural ao longo do ano.

Letra de 1967 foi encontrada no chão do estúdio Abbey Road. Canção sem título foi escrita quando ex-Beatle tinha 23 ou 24 anos.

Uma letra de música desconhecida de George Harrison, datando de 1967 e encontrada no chão do estúdio Abbey Road, está sendo exposta na Biblioteca Britânica.

Escrita quando Harrison tinha 23 ou 24 anos, a canção sem título é de uma fase em que os Beatles tinham deixado de fazer turnês para passar mais tempo no estúdio, trabalhando sobre o álbum “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band.”

Foto de arquivo de uma rosa com uma fotografia do ex-Beatle George Harrison, no portão do estúdio Abbey Road, em Londres, 30 de novembro de 2001. (Foto: Reuters)

Foto de arquivo de uma rosa com uma fotografia do ex-Beatle George Harrison, no portão do estúdio Abbey Road, em Londres, 30 de novembro de 2001. (Foto: Reuters)

Hunter Davies, biógrafo dos Beatles, encontrou a letra quando fazia pesquisas para uma nova edição da biografia oficial dos Beatles, que acaba de ser relançada, mais de 40 anos após sua publicação original.

Na introdução à nova edição do livro, Davies recorda como recolheu letras dos Beatles jogadas no chão do estúdio, como lixo, e as guardou como suvenir.

Em release para a imprensa, a biblioteca disse que “se Davies não tivesse recolhido os papéis, é quase certo que teriam sido jogados fora pelos faxineiros.”

Harrison nunca gravou a canção, disse a biblioteca, e é possível que nunca tenha criado música para a letra, cuja tradução segue abaixo.

“Fico feliz por dizer que é apenas um sonho
Quando topo com pessoas como você,
É apenas um sonho, e você o torna obsceno
Com as coisas que você pensa e faz.
Você é tão inconsciente da dor que carrego
E tem ciúmes pelo que não pode fazer.
Há momentos em que sinto que não há esperança para você
Mas também sei que isso não é verdade.”

No reverso da folha há instruções sobre como chegar à casa de campo em Sussex de Brian Epstein, o empresário dos Beatles, escritas na letra de Epstein.

Isso significa que Harrison deve ter escrito a letra antes de agosto de 1967, quando Epstein foi encontrado morto em sua residência em Londres, depois de uma overdose acidental de soníferos.

Artigo inestimável

“A letra escrita por George é tudo o que resta da canção. Só podemos imaginar como ela poderia ter soado. É um artigo inestimável e tremendamente interessante de memorabília dos Beatles”, disse Jamie Andrews, diretor de manuscritos literários modernos da Biblioteca Britânica.

Embora as composições dos Beatles fossem atribuídas a Lennon/McCartney, na realidade a maioria das canções era 90 por cento de John Lennon ou 90 por cento de Paul McCartney, e não frutos de uma cooperação 50/50 entre os dois, de acordo com a biblioteca.

“A letra manuscrita de cada canção exposta ilustra isso. Por exemplo, ‘Help’ é uma das criações de Lennon e está em sua letra. ‘Yesterday’ e ‘Michelle’ são de McCartney e estão na letra dele. Isso torna a letra de George Harrison ainda mais rara.”

Também constam da coleção objetos de memorabília que vão desde um cartão de membro de fã-clube dos Beatles até a letra de “A hard day’s night” escrita por Lennon no verso de um cartão de aniversário enviado a seu filho Julian.

Fonte: G1





Preparatório para concursos

9 05 2009

Olha o Sindicato do Rio fazendo o papel! Se quiser aproveitar as oportunidades de concurso como o do INMETRO para estudar e se dar bem o SINDIB-RJ está dando uma força.

O SINDIB-RJ informa que está finalizando os preparativos para, em breve, oferecer dois cursos para os Bibliotecários: Preparatório para Concursos e  Curso de Português.

Oportunamente faremos ampla divulgação, mas aqueles que quiserem garantir sua vaga já podem enviar e-mail para secretariasindibrj@hotmail.com solicitando reserva.

Colaboração:

Sonia Regina dos Santos Tuan
Diretoria Sócio-Cultural - SINDIB-RJ Sindicato dos Bibliotecário no Estado do Rio de Janeiro




MBA em Gestão de Tecnologia da Informação

28 04 2009

Sugestão para os bibliotecários que gostam de trabalhar com tecnologia da  informação. Uma bela oportunidade para enriquecer o currículo e aumentar o leque para o mercado de trabalho. Parabéns pela iniciativa do Sindicato dos Bibliotecários do Estado do Rio de Janeiro.

O SINDIB-RJ – Sindicato dos Bibliotecários no Estado do Rio de Janeiro em convênio com a UCAM – Universidade Cândido Mendes está promovendo o MBA EM GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, com início previsto para a 2ª. quinzena de Maio/2009.

As inscrições estão abertas até 08/05/2009 e oferece preço com desconto para Bibliotecários sindicalizados. Maiores informações poderão ser obtidas no SINDIB-RJ pelos telefones (21) 2252-7814 / 7112-692/ 9665-3422 ou pelo e-mail secretariasindib@sindibrj.com.br.

Colaboração:

Sonia Regina dos Santos Tuan
Diretoria Sócio-Cultural - SINDIB-RJ Sindicato dos Bibliotecário no Estado do Rio de Janeiro




Lançamento da Biblioteca Digital Mundial!

22 04 2009

Já está no ar pessoal! Acessem a Biblioteca Digital Mundial!

Biblioteca Digital Mundial

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